“Há muito tempo atrás magia e ciência trabalharam juntas em harmonia. Mas, com a evolução da humanidade, a magia foi relegada as sombras. Nos dias atuais, um homem usa magia para impedir o que a ciência não tem forças para fazer. Ele é conhecido como… o Wizard.”

E estreia finalmente para a alegria dos fãs de tokusatsu a 13° geração, da Era Heisei, da franquia Kamen Rider, e tive o orgulho de dizer que não aguentei esperar e corri atrás para assistir na base de Streaming esse primeiro episodio.

Bem, já digo desde já que eu não consegui ver a saga Fourze, dois motivos: as switchs que tem demais para meu gosto de fã de tokus antigos, e muitas bem bobas, e o clima adolescente a lá malhação com monstros, então vocês já devem imaginar a grande esperança que estava na espera do próximo, torcendo para não repetirem a pegada colegial. E para meu agrado a temática escolhida foi: Magia.

No primeiro episodio os roteiristas já quiseram mostrar desde o começa o que era o herói, somos apresentados a Haruto Souma e nos seus poucos minutos já ocorre a transformação (o querido Henshin) e muitos dos poderes são mostrados desde já, não há enrolação quanto a isso, e se tem algo que a Toei anda fazendo bem na franquia são os sons produzidos, porque aquilo gruda em sua cabeça e não sai, lembra muito aqueles brinquedos infantis que você tinha quando criança, o que obviamente é a principal intenção, os brinquedos.

Conforme o episodio vai progredindo os fãs mais assíduos vão percebendo similaridades com os Riders antigos, eu mesmo achei o perfil do personagem muito semelhante ao de Kiva provavelmente pelo clima sobrenatural místico. Podemos ver que o personagem não tem receio de usar seu poder, afinal se você tivesse acesso a magia ia evitar usa-la a torto e direito, creio que a resposta é não. Conforme a historia se desenrola com uma policial, que tem tudo para ser a trava de segurança do herói, assim como tantas mulheres na franquia, duas similaridades se tornou muito obvia para mim: o fator de ao destruir um monstro viajar para dentro da lembrança da pessoa, claramente fazendo o espectador lembrar na hora de Den-O e o fator de conjurar uma criatura gigante que enfrentaria outro ser da mesma estatura que destrói a alma de uma pessoa por dentro, que além da pegada Den-O faz recordar imediatamente de Ryuki devido a criatura ser um dragão e o fato de usar a sua moto como “controlador”, Ryuki total não é não.

Os monstros dessa vez são os chamados Phantoms seu objetivo deixado neste primeiro vislumbre é falado que seria o de enfraquecer os portões da esperança para que novos “Ghouls” nascessem e então o sábio (Wiseman) pudesse fazer novamente o Ritual (Sabbat), ao qual o nosso querido personagem principal parece ter tido estado em um em seu passado.

Aconselho quem não conhece, ou parou lá na infância depois de ter visto Kamen Rider Black, a dar uma chance para esse tipo de serie, pode parecer boba e infantil, mas a verdade é que as estórias dessa franquia foca muito em passar aprendizados para a vida de quem acompanha, desde amizade (KR W/Den-O), querer o bem ao próximo (KR Ryuki) e até a Força de Vontade de nunca desistir mesmo ao ter cometido uma falha em seu passado (KR OOO), obvio que isso foi o que eu tirei dessas sagas, cada pessoa pode encontrar seu próprio ensinamento, e se você acredita que hoje em dia não há nada de bom na tv com desenhos violentos e tudo o que sua mãe te proibia de ver, coloque seu filho/irmão mais novo/amigos antigos fanáticos pela TV manchete e dê uma olhada pelo menos nesse primeiro episodio, tenho certeza que no começo você vai achar bem bobo e infantil, mas duvido que vai deixar de lado e não queira ver a continuação.

Porque sinceridade IT’s SHOW TIME!!!

 

Esse artigo é uma colaboração de Necrokure.