Olô Airnautas,

Resident Evil 5 segue o mesmo padrão dos outros filmes: Umbrella captura Alice, Zumbis aparecem e todo o blah. Mas enfim, estamos aqui para falar do que tem de bom nesse filme.

A Abertura é espetacular! O 3D dessa vez teve o seu charme, não sendo mais um 3dezinho qualquer que não agrega valor algum. Com muitas explosões e slow motions, o início do filme faz valer a pena estar no cinema na frente de uma tela gigante que você não tem em casa e de um equipamento de som de qualidade.

Geralmente escutamos que ir no cinema e comer pipoca tem tudo a ver, mas nesse filme não indico se você for do tipo que se assusta facilmente. Com sequências de sustos imprevisíveis, pode acontecer de você jogar pipoca nas pessoas sentadas a sua frente, então CUIDADO para não ser expulso. 😉

 

O gigante Martelochado (Martelo + Machado) faz uma aparição dupla neste filme, mostrando boas sequências de golpes e mostrando que não será com tiros (que por sinal estão com um som lindo nesse filme) que Alice vai conseguir derruba-los. Depois da morte dos Martelochados, achamos que não iríamos encontrar outra criatura no filme para infernizar Alice mas então nos deparamos com o Balrog do residente evil 5, um cachorro/tigre/monstro com seu cérebro a mostra. Com um design gráfico notável, vemos uma criatura com um poder de ataque devastador.

Esse filme tem os seus momentos. Não precisa de uma história muito complexa, afinal se você quer saber da história do Resident Evil não é no cinema que você vai achar detalhes. Vá pela imagem, pelos gráficos e pela trilha sonora, que está muito boa (inception all the way somado com dubstep).